Sim, é sobre maquiagem sim

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Eu voltei

Só que estou em outro lugar.

Sim amigas, se vocês quiserem continuar acompanhando essas bobagens, sigam-me os bons:

http://www.naiaradambroso.com/maquillage

Agora maior e marlindo.

Atualizem seus feeds!

 

Balanço geral de #buenaire

Entre os dias 04/10 e 15/10 estive (mais) insuportável nas redes sociais pois estava passando uns dias em Buenos Aires. Fiquei na casa de uma amiga que mora em San Telmo e aproveitei pra passear e também pra participar do Encuentro Latino de La Moda que aconteceu na Universidad de Palermo. Aprendi mais turistando que no curso, confesso. Tem muita coisa massa pra se ver em BsAs, e vou contar um pouco do que vi/fiz.

Artigo científico, digo, texto comprido a seguir. Pode pular pro fim do post onde conto das MAQUILLAGE, efetivamente.

Saí de Xanxerê pra pegar o avião em chapecó na quinta-feira de tarde. Após umas 35 escalas, chegay. Desci no aeroporto de Ezeiza que é um pouco longe da cidade então tive que pegar um taxi. Aparentemente existem vans/shuttle/transfer/coletivo mas como era noite (umas 11) fiquei meio assim de pegar busão e tal. Saiu carinho mas tudo certo.

Na manhã seguinte fui encontrar a Ana no hostel dela pra começarmos a turistação (?). O hostel dela era em Palermo então aproveitamos para visitar as coisas próximas. Seguimos até o Zoológico e tinha que pagar vários pesos (acho que 40) então desistimos. Acabamos indo direto pro Jardim Botânico. Bem bonito, cheio de gatos por lá, tiramos bastante foto. Dali fomos até o Jardim Japonês, pagamos 16 pesos. Bem lindinho, muitas fotos, mas o mais massa a gente não fez que é almoçar por lá, dizem que o restaurante ali é muito bom. E um pouco carinho.

De lá partimos para o Rosedal (tudo caminhando) passando pelos bosques de Palermo. O Rosedal deve ser bem lindo mas eu nunca vou saber já que quando fui NÃO TINHA NENHUMA ROSA. É, acho que não tava bem na época, apesar de já ser primavera as rosas estavam atrasadas.

Isso levou uma tarde e já cansadas pegamos um taxi até o shopping Alto Palermo.
Um shopping normal de ~cidade grande, com direito a várias grifes arrentinas, foi um passeio interessante pra saber quais são as marcas famosas do país. Vou ser sincera, a moda argentina não me apeteceu muito. Até a tal da Complot que tanto falam, quase não achei nenhuma peça que gritasse o meu nome, fora que o preço também não era dos melhores. Coisas em torno de 200 pesos ou mais. Os sapatos eram todos horríveis. Sério. Feios demais. Na Argentina as plataformas sãos os sneakers de salto daqui. Eu não consegui decidir qual coisa era mais feia. Os tais creepers estavam por toda parte, quase tive um negócio. Apenas conclui que o design de calçado brasileiro (e a moda também) está muito a frente. Tá, não vou dizer a frente mas é mais do meu gosto huahua.

Uma coisa que percebi é que o design gráfico deles é excelente. Achei melhor que o que a gente vê no Brasil. Marcas melhores, vitrines melhores. Foi bem inspirador. É quanto a isso que me refiro a viagem num geral ser mais proveitosa que o curso em sí. Sempre acabo pegando um pouquinho de referência aqui e ali, é bom pra enriquecer o repertório.

De noite fomos num bar que esqueci o nome mas tinha um decor bem divertido. Uma pena que tinha pouca gente. Tava caído aí fomos até um pub irlandês chamado Sham Rock. Tinha bastante gente na boate, que tocava balanga mas tava divertido. Fim do primeiro dia (produtivo né?)

No sábado fomos novamente até o Palermo Soho onde rola várias feirinhas de designers independentes. Tem de tudo um pouco, roupa, calçado, bijoux, artesanato e badulaque. A feira em sí que é na praça achei pouca graça, quase não tinha nada. O ‘legal’ eram os bares que abrem as portas pra galera expor seus produtos. Porém como disse antes, pouca coisa da moda argentina me interessou. Nesse dia comprei um short nude de uma renda bonitinha.

Também comi nachos e tomei La Agua del Chavo num simpático restaurante mexicano chamado La Fabrica del Taco, a decoração era super típica e interessante.

Dali fomos para os outlets de Cordoba e todas as lojas que vimos no shopping tinham a sua nessa rua. De novo, não achei nada demais e os preços também não eram tããão atrativos assim.

Paramos numa Farmacity pra ver as maquiagens de farmácia das arrentina. Muita coisa de Maybelline, Revlon, Rimmel, mas novamente, os preços não eram uma maravilha. Uma que chamou atenção foi a Emolan. Acabei levando 2 por 1, custavam 16 pesos se não me engano (ou seria 12?). Comprei um laranja aceso e fiasquento (porque eu tô nessas de batom vibrante agora) e um rosa mais fechado que eu uso apagadinho. Eles são super hidratantes e duram bem na boca! Gostei, pelo preço.

Fomos dar um tempo num Café Havana e pedi o Frappe Chocolate y Medalion. Engordei 120 quilos. Enquanto dava um tempo no café resolvi abrir os batons e quando vejo, o laranja tava quebrado :(. Fui bem feliz trocar já que tava logo ao lado da Farmácia mas nada feito: não aceitaram trocar o batom quebrado. Fiz um leve barraco, chamei a gerente, tava com a nota na mão mas não rolou. E ainda na saída o segurança me parou (outro barraco) achando que eu tinha levado os batons sem pagar. Apenas que: mico. Fiquei um tantico decepcionada mas tudo bem, foram 2 por 1.

Achei que ia aloprar bem mais no quesito maquiagem mas não rolou muita avacalhação. A maioria do dinheiro gastei em comida e nem foram comidas muito boas, pra ser sincera. Na volta pra casa paramos numa perfumaria e comprei este batom da Artez Westerley que imagino ser uma Vult da vida. Foi mais caro que Emolan, uns 50 pesos. O batom é bastante pigmentado e bem cremoso, mas umazora fico irritada porque ele reboca por tudo. Aí tem que ficar cuidando pra ver se não tem batom na testa.

De noite fomos para o Sonoman em Palermo, um bar ótimo onde tomamos um mojito delícia. Não deveríamos ter saído de lá, mas decidimos partir pra outro lado e ao se deparar com o tamanho da fila, desistimos e acabamos indo embora.

No Domingo fizemos um brunch no famoso Café Tortoni. Foi legal mas também não fiquei impressionada, a Confeitaria Colombo do Rio é melhor. Era caro. Era pra termos ido na feira de San Telmo mas como choveu, desistimos. Indo até a Calle Florida (onde tem mil lojas e etc) paramos numa lojinha cheia de bijoux chamada Clandestina e comprei dois brincos e um anel. Achei exótico.

 

Na Calle Florida parei numa loja chamada Pigmento e comprei desodorante (hiauuhiauihahuiahui sim, desodorante porque é mais barato que aqui, que tá um absurdo).

A noite, drinks em Palermo num bar chamado Tiki (tomei um treco que envolvia ovo) com direito a companhia exclusiva da Manu do Mendigo Chic. Dali fomos até a boate Niceto, que estaria melhor se eu não estivesse tão exausta. O público tava meio palha, muitas jovens crianças, mas o ambiente era bem legal.

Segunda foi outro dia proveitoso pois minha amiga Daia, que já mora em Buenos Aires há algum tempo pode me levar turistar, o que torna as coisas muito mais práticas e rápidas. Fomos andando até o Mercado de Antiguidades de San Telmo, onde achei minha Hermès vintage e um vestido bem fofo. Daia também levou um vestido de poá bonito. Passeamos por ali, tirei foto com a Mafalda e coisa. Muitas lojinhas simpáticas com toda sorte de cacareco pra comprar.

Pegamos um ônibus (2 pesos) até o Caminito. Fotuxas, fotuxas, lugar colorido com gente dançando tango e comendo. Divertido mas é coisa rápida, pois não tem muito o que ver, é praticamente uma rua.

Mais um ônibus e partimos para o bairro da Recoleta. Fomos até o Cemitério que era uma das coisas que eu queria muito ver (curto muito cemitério). Acho que ficamos uma hora lá dentro e ainda assim nem vi tudo. É muita coisa pra absorver. Muitas fotos depois, descemos e fomos até o Buenos Aires Design, onde tem praticamente uma Morph gigante (marca de coisas engraçadinhas tipo Imaginarium mas mais legal). Tinha bastante coisa mas não comprei nada porque a essas alturas já não tinha mais muita grana e queria guardar um pouco pro Freeshop.

Fomos até o Milanesa e jantamos. É um restaurante onde – constatarei o óbvio – tudo é a milanesa. Tem opção vegetariana.

Dali caminhamos até a Avenida Santa Fe, entrei na livraria El Ateneo, é bonito, muito bonito. Também entramos numa Zara mas já tava fechando e não deu pra vasculhar com calma, mas os preços pareciam similares.

Na terça estava all by myself e desci até Puerto Madero, que é perto da casa da amiga. Muito ruim se tirar foto sozinha, viu. Muitas fotuxas depois, fui andando até a Casa Rosada, que não deu pra fazer nada, só olhar de longe. Nada de mais também. Dali fui até Calle Florida onde me perdi pra voltar pra casa. Pedi orientação umas 2 vezes mas consegui. A essas alturas eu tava com bolhas nos pés que ficaram em carne viva, muito agradável. E além de tudo fiquei com febre no fim do dia, delícia.

Quarta, quinta e sexta foi dia de curso em Palermo. Na quinta à noite tomei um mojito de saquê com gengibre no Mundo Bizarro que tava uma delícia, porém a cidade tava bem vazia e voltamos cedo pra casa. Na quinta de tarde peguei o metrô de Palermo e fui até o bairro Belgrano, onde visitei o Museo Sarmiento e o Museo Espanhol. Dali fui caminhando até o Barrio Chino, a Chinatown argentina. Bem interessante e um monte de bagulho pra vender, tipo um Paraguay. Comprei umas ramona gigante de cabelo, lembrancinhas e esses cacareco todo. Na volta parei num Freddo tomar sorvete porque eu mereço e porque todo mundo fala do tal sorvete. Peguei de doce de leite com cassis, tava bão!

Sexta e sábado foi meio que uma coisa só. Fomos pro bar passar tempo pois o Transfer me buscaria em casa ás 3h pra ir pro aeroporto (o voo era às 7h). Pois bebemos e bebemos e fiquei bêuda e quando vi já tava no aeroporto e já era 5:30. Fui reto no Freeshop porque né, prioridades. Cheirei muitos perfumes, não resisti e acabei levando o Givenchy Dahlia Noir. Segui até a MAC e sabia que queria uma base, logo peguei uma Matchmaster e o famigerado Fix+. Experimentei as tais Illusion d’ombre (ilusão de home) da Chanel, só tinha algumas cores disponíveis mas eram bem lindas. Tava 39 doleta. Me contive porque tenho muita sombra e pouca vida social.

Sobre o freeshop: é bem grandinho. Tem bastante coisa pra fazer/comprar os preços são interessantes. Se tivesse com mais grana certamente o estrago teria sido maior (além de Chanel tinha Kiehls, L’Occitane, Shiseido, Estee Lauder, as porra toda). Achei as atendentes amigáveis. Cansadíssima, segui viagem e finalmente fui pra casa.

Pancho, o gato da Daia.

Finalmente, o fim. Acho que cobri bem tudo o que fiz durante esses dias, mas se alguém quiser saber alguma coisa mais específica fique a vontade para perguntar nos comentários. Acho que estou com alzheimer então é capaz de ter esquecido algumas coisas. Tem mais fotos no meu instagram – @cestmaquillage – sigam-me os bons!

Tightlining: é de comer?

Nessas minhas andanças pela web em busca de pauta para este humilde blog e deleite de minhas fiéis leitoras, andei me deparando com essa nova técnica, ou seria apenas um termo, esse tal de tightlining. Eu adoro descobrir formas novas de fazer as coisas ou trucões de beauté e quando vi esse esquema fiquei bem empolgada.

Tightlining significa preencher a junção dos cílios e a linha d’água com cor. A diferença é visível no look principalmente quando feita nos cílios superiores, pois dá a sensação de maior volume e destaque pra os olhos. Acho que o mais comum é fazer em preto, mas já vi que rola com marrom, azul marinho (navy), etc.

A diferença entre delinear normalmente e tightlining é que no tightlining não preenchemos a linha d’água completamente, apenas rente aos cílios, pois a idéia é de uma beleza natural, destacando o olhar sem pesar. Dá pra ser feito com um lápis porém dizem que acumula muito entre os pelos. Eu estou fazendo com delineador em gel (MAC Fluidline Blacktrack) e pincel chanfrado. Já tem por aí até produtos específicos pra isso, os chamados cake liners – a Laura Mercier tem um bem famoso entre as praticantes desta técnica.

O tighlining é uma daquelas coisas que muda tudo na sua rotina de maquiagem, é tipo começar a preencher a sobrancelha. Depois que comecei, nunca mais consegui ficar sem. Com tightlining o olho fica mais ‘acordado’, os cílios ficam com aspecto mais cheio e volumoso, sem contar que se você é naturalmente loira como eu vai ver como melhora aquele espaçamento dos cílios com a pele, fica sempre aquelas partes branquinhas e isso também é ótimo na hora de fazer um olho com sombra dramática, pra não aparecer aqueles pedacinhos de pele no meio do esfumadão preto.

Não sei se consegui explicar direito o conceito mas aqui vai uma tentativa frustrada de mostrar o efeito:

Favor ignorar os cílios debaixo, porque já tava tudo remelento afinal, era resto de maquiagem do fim do dia. Mas olhem a parte de cima, não parece que os cílios ficam mais cheios? dá um destaque maroto sem parecer que está mega maquiada e delineada.

Neste vídeo a menina mostra como fazer, ela está usando o cake liner da Laura Mercier mas eu consegui perfeitamente com o delineador em gel. Diz que com lápis não é muito bom porque tende a empelotar demais e transferir pra linha d’água inferior, e muitas vezes esse não é o objetivo. Acompanhem:

 

Eu já comecei a fazer e peguei o jeito rapidinho, dá um pouco de aflição de pensar em delinear beeem ali mas nem é ruim! Aqui também tem um artigo muito bom sobre tightlining, recomendo a leitura.

Sobre esmalte e unha lascando

Eu falei que esse dia chegaria, que teria que falar sobre esmaltes por falta de assunto, mas na real é um problema recorrente na minha vida, eu não sei como surgiu só sei que ultimamente uma coisa que tem me acometido é essa tal de: dermatite. São pequenas bolhinhas (beem pequenas) de água que dão nos dedos. No começo elas só ficavam ali mas ultimamente elas coçam e machucam os dedos, deixando a pele grossa e escamando depois que explodem ou secam, é muito horrível. Fui conversar com meu dermatologista, o Google, e parece que a causa é meio que psicológica e que não tem muito como tratar. Mas além dessa dermatite minhas unhas estavam lastimáveis desde que me mudei pros EUA. Eu achei que era alguma coisa na água ou alimentação de lá, porém quando voltei as coitadas continuavam escamando e não conseguiam crescer.

Considerei alergia a esmaltes e até adquiri uns hipoalergênicos pra fazer um teste. Nessas de pesquisar esmalte hipoalergênico li que os esmaltes da Colorama não contém formaldeído e tolueno e aí vi essa coleção África à vista. Tinha cores lindinhas, mas dentre elas gostei dessas duas: Cipó e Flor do deserto, porque eu não tinha nenhum esmalte rosa.

Eu amei esse Cipó. É um nude mas não muito nude pra mim, que sou brancona. Fica uma parada meio caramelo mas não tão escuro. Tem uma foto (bem ruim) de instagram aqui, mas acho que a cor nem tá muito fiel.

E esse rosinha é fofo né, mas nada extraordinário, acho que existem rosas melhores (o meu favorito é o Cintura Baixa, da Risqué), mas é bonito, não muito escandaloso.

Achei a fórmula bem boa, o tipo de esmalte que 2 camadas tá bom e não fica aquela coisa com 3 mm de espessura. Claro que esmalte novo é sempre uma maravilha né, mas eu lembro de ter um outro dessa linha Nutriverniz e ele tá super velho mas até esses dias atrás tava usando de boa. Então está aprovado com precinho nacional e tudo mais.

Agora o que tem me salvado mesmo e feito meu esmalte durar muito mais foi essa base niveladora aí. Eu percebi que minhas unhas estavam com umas ondulações bizarras, e essa base como obviamente diz o nome faz uma camada que nivela a unha, deixando-a lisinha e pronta pra receber a cor. Constatei que além de prolongar a duração da cor minhas unhas tem escamado bem menos, pois elas estão protegidas por essa base mais grossinha e você vê que ela meio que adere à unha.

Agora voltando a esse assunto agradável da dermatite, não sabendo como tratar minha mãe me informou que minha tia tem também esse problema e que resolveu tomando vitaminas do complexo B. E foi aí que comecei a tomar e as espinhas surgiram, que maravilha hein, você toma um negócio pra melhorar a unha aí tua pele vira uma coisa horrorosa. Mas melhorou mesmo, parou de lascar e escamar e agora acho que finalmente conseguirei deixar as malditas crescerem de novo. Por enquanto não tive mais nenhum surto de dermatite mas percebo vez ou outra uma bolinha isolada. Não sei se vou conseguir me livrar disso tão cedo. Quanto às espinhas, o dermatologista, digo, Google, disse que depois de umas duas semanas tudo volta ao normal e a pele tende a melhorar. Aguardemos.

Inspirações de Paris

Vocês devem pensar “nofa, ela acompanha a semana de moda de Paris?”, bem, talvez nem pensem, mas a verdade é que não acompanho não. Só tive idéia pra isso porque minha amiga e rumeite Ana Heloisa Jornalistona de Moda Internacional Costa me mostrou algumas fotos e achei interessante porque são ótimas referências visuais e inspiração para aqueles dias que você tem um evento massa e não sabe o que fazer.

Separei algumas fotos da beleza de marcas que desfilaram na Semana de Alta Costura Paris Fall Winter 2012/2013 (UFA) que achei mais usáveis e/ou adaptáveis, pois tinha vários horrorosos ou conceituais demais que nem tem graça. Aqüendemos:

Dá pra usar um batom vermelho com olho mais marcado, acredite se quiser. A gente conhece bem aquela regra ‘ou olho ou boca’ mas é legal ser transgressora de vez em quando. Dá pra ver que a quantidade de blush é mínima nesse look de Jean Paul Gaultier e o vermelho está mais aberto que um Ruby Woo por exemplo. E é bem simples de fazer, só um lápis preto esfumadão, batom, gloss a gosto e um tico de bronzer. Gostei também da pele que tá com uma luminosidade bem natural.

Nunca vi mais gordo este estilista. Até deve ter um acento em algum lugar do nome dele que eu não coloquei. Ai eu adoro esse olho defuntinho, que esfuma tudo, essa coisa meio grunge, e essa Sombra marrom meio avermelhada que eu adoro?  Acho que ela é esfumada meio ‘agatinhando’ nos cantos, com blush (ou seria bronzer, nem sei, chamem a Ceridono) laranjado e boca simplinha nude.

Essa beleza da Versace está surpreendentemente muito usável e mais perto da maquiagem dragnística nossa de cada fim de semana. Apenas sombra dourada e marrom cintilante com canto esfumado de preto, num formato mais puxado também, mas não tanto. Dourado iluminando o cantinho do olho, batonzinho pêssego quase nude e cílio postiço volumoso, que eu nem faço questão.

Mais um que nunca ouvi falar mas gostei pela simplicidade. Geralmente vemos umas coisas escalafobéticas nesses desfiles de Alta Costura, mas esse é um exemplo prático do uso do batom vinho ou uma cor mais escura. Apenas uma pele bem feita, rimelzinho e pá!

Aí ó, tá valendo a pena acompanhar as semanas de moda do mundo.